15 anos. Naquele dia minha vida mudaria para sempre. Não num baile de debutantes, não numa valsa. No entanto, na sinfonia a que o destino me propusera. Voltava do funeral, do último olhar para minha mãe.
Na sala, meus quatro irmãos menores. Em minha consciência, guardei a bagagem da responsabilidade sem manual de instrução.
“Os sonhos precisaram ficar estagnados, mas jamais esquecidos”.
Hoje, todos crescidos, criados, realizados.
60 anos. Mãe, esposa, concluindo os estudos, resgatando meus sonhos.