O dead time  de um detector pode ser calculado utilizando-se...

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Q3760965 Engenharia Eletrônica

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Em um multiplicador de dínodos discretos (Secondary Electron Multiplier), o íon se choca em um dínodo de conversão e libera elétrons secundários que são amplificados em vários estágios de dínodos até gerar um pulso detectável na saída do detector.


Este tipo de detector é utilizado em ICP-MS com analisador de massas por quadrupolo e realizam medidas chamadas de contagem de pulsos.


Durante a realização destas medidas, após o detector registrar um pulso durante a detecção de um evento, ocorre um curto intervalo de recuperação conhecido por tempo morto (dead time, r_ee.png (16×25) ), sendo o reflexo do limite de velocidade do circuito de detecção. Durante este intervalo de tempo, o sistema fica temporariamente indisponível e qualquer evento não será contado ou irá distorcer a medida.


Considere o modelo não-paralisável para descrever a taxa de eventos observados R (contagens por segundo - cps) em função da taxa real de eventos r (cps) e o dead time r_ee.png (16×25) (s): 


r_ee 1.png (96×51)

O dead time r_ee.png (16×25) de um detector pode ser calculado utilizando-se o método de dois pontos a partir do fator de atenuação onde q_50.png (60×30):

•  q_50 1.png (54×24) são taxas reais de eventos e q_50 2.png (74×26)
•  q_50.png (60×30) são as taxas de eventos observados em relação a q_50 1.png (54×24), respectivamente.

Sabendo-se que para um determinado detector hipotético, os valores medidos foram: q_50 3.png (305×26), o valor de r_ee.png (16×25) , em q_50 4.png (23×23) , considerando o modelo não-paralisável, é aproximadamente
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