Franco (2012, p. 48) destaca que, no século XVII, a “[...] expansão de alunos em diferentes escolas trouxe à tona
o problema pedagógico essencial: como, para que, o que e para quem ensinar? Para resolver essas questões,
recorreu-se a modos de pensar e fazer a educação; portanto, recorreu-se a uma pedagogia”. Nesse contexto
histórico, a autora destaca que um filósofo, em sua obra, contribuiu sobremaneira para a constituição da
Pedagogia como ciência, pois superou o aspecto meramente metodológico do como fazer, pensando no sentido
da educação, nas finalidades do ensino (o que estudar) e nos objetivos da educação (para que ensinar). Esse
filósofo é: