A raiva é transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, por meio da mordedura, arranhadura e/ou lambedura
desses animais. Quanto à profilaxia antirrábica humana, em casos de agressões por cães ou gatos, caso o animal agressor
tenha sinais sugestivos de raiva no momento da agressão, deve-se indicar a profilaxia. Se o cão ou gato agressor não
apresenta sinais sugestivos de raiva, deve-se indicar a observação do animal por 10 dias e não iniciar a profilaxia pós
exposição. Não sendo possível a observação do animal, deve-se administrar o esquema de 4 doses da vacina.
A.S.C compareceu à sala de vacinas, no dia 12/08/2024 para receber a segunda dose da vacina antirrábica, pois foi
mordida por um cachorro de rua, não sendo possível a observação do animal. A.S.C havia recebido a primeira dose da
vacina no dia 07/08/2024, data em que foi mordida. A enfermeira administrou a vacina e aprazou a data da terceira dose,
sendo agendada CORRETAMENTE para o dia
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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