Uma puérpera primípara de 18 anos, residente em uma comunid...

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Q3855576 Medicina
Uma puérpera primípara de 18 anos, residente em uma comunidade rural de difícil acesso e com ensino fundamental incompleto, deu à luz um recém-nascido (RN) pré-termo tardio (36 semanas de idade gestacional), com peso de 2.200g, por parto vaginal, em uma maternidade de alto risco. O RN permaneceu internado por 7 dias devido à dificuldade de ganho ponderal e icterícia, recebendo alta hospitalar em bom estado geral, exclusivamente em aleitamento materno. Durante a “alta qualificada” realizada pela equipe multiprofissional da maternidade, a mãe foi orientada a procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de sua referência para o primeiro acompanhamento do bebê. No entanto, a puérpera expressou à equipe médica da maternidade sua apreensão quanto à dificuldade de acesso à UBS, citando a distância significativa e a ausência de transporte público regular na região em que reside, além da falta de rede de apoio familiar próxima para auxiliá-la. O pediatra da UBS de referência, ao ser informado do caso pela maternidade, precisa agir em conformidade com as diretrizes da PNAISC.
Considerando a situação descrita e os princípios e eixos estratégicos da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC), qual é a conduta mais adequada a ser adotada pelo pediatra da UBS, em conformidade com a Portaria MS/GM no 1.130/2015?
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