Leia o caso clínico a seguir. Paciente chagásico, de 75 ano...
Paciente chagásico, de 75 anos, cardiopata e portador de marcapasso cardíaco, vem evoluindo com disfagia progressiva e desnutrição. A avaliação radiológica e endoscópica revelaram dilatação moderada do esôfago, com ondas terciárias frequentes e presença de resíduos alimentares sólidos.
Nesse caso, qual é a conduta adequada?
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: Idoso de 75 anos, cardiopata e com marcapasso, com disfagia progressiva, retenção alimentar e dilatação esofágica moderada: o perfil favorece a dilatação endoscópica pneumática com balão, por ser a opção menos invasiva e mais adequada ao maior risco operatório.
- Em acalásia/megaesôfago, não decida só pelo diagnóstico; o risco cirúrgico do paciente pode deslocar a melhor resposta para método endoscópico menos invasivo.
- Diferencie técnica de dilatação: para esse mecanismo funcional, a referência clássica é balão pneumático, e não sonda.
- Dilatação moderada sem sinais de forma terminal não sustenta automaticamente cirurgia de maior porte.
- Disfagia progressiva com resíduos alimentares e ondas terciárias aponta distúrbio motor com estase; isso define o alvo do tratamento como redução da resistência funcional da transição esofagogástrica.
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