Após concluir uma pós-graduação, Emanuel, executivo de uma ...
Representam corretamente duas dessas críticas:
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Críticas clássicas à Administração Científica:
- Superespecialização do operário – trabalho repetitivo, monotonia, alienação.
- Abordagem incompleta da organização – focada apenas no chão de fábrica, ignorando aspectos humanos, informais e estratégicos.
- Mecanicismo – visão do homem como apêndice da máquina (homo economicus).
- Ausência de comprovação científica real – mais empirismo que ciência pura, segundo alguns críticos.
- Desconsideração dos aspectos sociais e psicológicos – grupos informais, motivação, emoções.
❌ Por que as outras estão incorretas?
- A — "Homo Social": Esta é uma característica da Escola de Relações Humanas (Mayo). A Administração Científica via o homem como "Homo Economicus" (motivado apenas por dinheiro).
- B — "Grupos Informais": Taylor ignorava os grupos informais; quem deu ênfase a eles foi a Escola de Relações Humanas após a Experiência de Hawthorne.
- D — "Aspecto Emocional": Taylor passava longe das emoções; seu foco era puramente racional e fisiológico (tempos e movimentos).
- E — "Técnicas Ineficientes": Pelo contrário, as técnicas de Taylor eram extremamente eficientes para a época; a crítica não é sobre a ineficiência produtiva, mas sobre o custo humano e social dessa eficiência.
Para responder essa questão é importante lembrar que estamos falando sobre Taylorismo, ou seja, envolve padronização de tarefas e Sistema Organizacional Fechado. Outro ponto aqui é lembrar de Henry Ford.
A Administração Científica é frequentemente criticada por seu mecanicismo (ver a organização como uma máquina e o homem como peça) e por sua abordagem de sistema fechado, ignorando o ambiente externo.
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