Novos medicamentos para o tratamento de doenças neurológica...
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Para compreender essa questão, precisamos focar nos mecanismos de ação dos medicamentos usados no tratamento de doenças neurológicas intermitentes ou paroxísticas, como epilepsia e enxaquecas. Esses tratamentos geralmente visam modular a excitabilidade neuronal para prevenir ou reduzir a frequência das crises.
A alternativa correta é a letra E: "Modulação da expressão de genes, como aqueles que codificam canais iônicos ou neurotransmissores". Essa alternativa não é um mecanismo de ação comum dos medicamentos desenvolvidos especificamente para tratar crises neurológicas. A modulação gênica direta, embora seja uma área de pesquisa promissora, ainda não é uma abordagem padrão em terapias para essas condições. Os tratamentos atuais se concentram mais em modular diretamente a atividade neuronal ou os sistemas de neurotransmissores.
Alternativa A: "Modulação da atividade dos canais iônicos, como os canais de sódio e potássio, para controlar a excitabilidade neuronal." Esse é um mecanismo comum em medicamentos como anticonvulsivantes, que regulam a excitabilidade neuronal ao alterar o fluxo de íons através das membranas.
Alternativa B: "Aumento da atividade do sistema GABAérgico, que é um sistema inibitório no cérebro." Muitos medicamentos, como benzodiazepínicos, atuam aumentando a atividade do GABA, um neurotransmissor que inibe a atividade neuronal excessiva, sendo eficazes em condições como epilepsia.
Alternativa C: "Redução da atividade do sistema glutamatérgico, que é um sistema excitatório no cérebro." A redução da atividade glutamatérgica é uma abordagem válida para prevenir a hiperexcitabilidade neuronal, sendo um alvo em várias terapias anticonvulsivas.
Alternativa D: "Inibição da neuroinflamação, que pode contribuir para a ocorrência de crises em algumas doenças neurológicas." A neuroinflamação é um componente importante em várias condições neurológicas, e sua inibição é uma estratégia terapêutica em desenvolvimento para reduzir a frequência e severidade das crises.
Em resumo, a alternativa E é a única que não representa um mecanismo de ação amplamente utilizado ou em desenvolvimento para o tratamento direto de crises neurológicas. A modulação da expressão gênica, embora promissora, ainda não é uma prática clínica estabelecida para essas condições.
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