O modelo de comunicação e suporte institucional no Brasil, historicamente marcado por políticas ativas de divulgação e
publicidade extremada dos atos oficiais, encontrou nas transmissões ao vivo por canais de televisão e plataformas de internet
um pilar de transparência e busca por suporte difuso junto à sociedade. A transição forçada para formatos digitais e ambientes
eletrônicos de julgamento assíncrono impôs um severo trade-off institucional entre a eficiência quantitativa na vazão dos estoques
de processos e a densidade qualitativa das interações. O uso de plataformas digitais para deliberações sem debates verbais
simultâneos mitiga a exposição pública das etapas decisórias tradicionais e impõe novos desafios para os diálogos institucionais
internos e externos. Diante das consequências geradas pela mediação tecnológica e pelo uso de sessões assíncronas em relação
ao escrutínio público e à troca de ideias, marque a alternativa correta.