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Q1621551 Medicina
As DST devem ser priorizadas enquanto agravos em saúde pública, EXCETO devido a
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Tema central: A questão aborda quais critérios justificam a priorização das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) como agravos em saúde pública. Esse é um ponto recorrente em concursos, pois reflete a aplicação dos princípios de epidemiologia e saúde coletiva, fundamentais para quem atua no Sistema Único de Saúde (SUS).

Raciocínio e justificativa da alternativa correta (D):
Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com ISTs (Ministério da Saúde, 2020), a priorização das ISTs se apoia em critérios como magnitude, transcendência, vulnerabilidade e factibilidade de controle. A ocorrência, no entanto, refere-se apenas à existência de casos e, isoladamente, não justifica a priorização. É necessário analisar o impacto (transcendência), o número de afetados (magnitude), a suscetibilidade (vulnerabilidade) e a possibilidade concreta de implementar controle efetivo. Assim, a alternativa D) ocorrência é a correta, pois não expressa critério de priorização em políticas públicas.

Análise das alternativas incorretas:

A) Magnitude: Incorreta, pois magnitude representa o grande volume de casos, critério fundamental para priorização, conforme os manuais do Ministério da Saúde e epidemiologia clássica (Medronho et al., Epidemiologia, 2017).

B) Transcendência: Incorreta, pois diz respeito ao impacto social e econômico das ISTs, sendo amplamente citado como fator de relevância pela OMS e pelo MS.

C) Vulnerabilidade: Errada, pois a maior suscetibilidade de grupos vulneráveis (adolescentes, gestantes, pessoas vivendo com HIV) reforça a necessidade de atenção especial, conforme o PCDT-IST.

E) Factibilidade de controle: Incorreta, uma vez que a existência de métodos eficazes de prevenção, diagnóstico e tratamento é condição primordial para priorizar o agravo, facilitando uma resposta efetiva de saúde pública.

Estratégia para provas: Atenção às palavras-chave! Não confunda ocorrência (existência de casos) com magnitude (grande número de casos) ou transcendência. O diferencial em concursos é a precisão conceitual. Questões como esta cobram detalhes dos critérios epidemiológicos e costumam trazer alternativas muito semelhantes — destaque sempre os termos centrais de cada conceito.

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A questão trata dos critérios que determinam a priorização de doenças como problemas de saúde pública. As DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) devem ser priorizadas devido à sua magnitude (grande número de pessoas afetadas), transcendência (impacto além do indivíduo afetado, afetando a sociedade), vulnerabilidade (populações em particular risco de contrair a doença) e factibilidade de controle (possibilidade de prevenção e tratamento efetivos). A alternativa D - ocorrência, não é um critério para a priorização. O fato de uma doença ocorrer não significa necessariamente que ela seja uma prioridade em saúde pública. Ocorrência é uma medida de quão comum ou rara uma doença é, mas não é um determinante de priorização em saúde pública. A priorização depende mais da magnitude, transcendência, vulnerabilidade e da possibilidade de controle da doença.

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