Marcos Bagno (Preconceito linguístico, 2015) transcreve,
em sua obra, texto publicado no jornal Correio Braziliense (19.02.1995): “O Correio Braziliense passa a publicar,
a partir de hoje, uma seção de crítica ao idioma português falado e escrito por autoridades brasileiras em discursos, entrevistas e documentos. A seção vai se chamar
A última do português e não deve ser entendida como
uma alusão aos nossos irmãos do além-mar, que falam o
idioma melhor que os brasileiros.”
De acordo com Bagno, o texto do jornal deve ser entendido como
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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