Um médico, ao examinar um paciente que vem se sentindo
dispneico, encontra um sopro diastólico aspirativo e decrescente
audível no segundo espaço intercostal direito junto ao esterno,
com irradiação passando pelo terceiro espaço intercostal
esquerdo, junto ao esterno, atingindo o ictus cordis. Ele nota,
ainda, a presença de pulso arterial célere, pressão arterial
divergente e estertores finos na ausculta pulmonar. A
hipótese clínica é