Durante um projeto interdisciplinar em uma escola
pública, a professora de Artes propõe aos alunos criar
performances corporais em espaços abertos, utilizando
materiais simples e explorando sons, gestos e interações
com o ambiente. As obras não são registradas em vídeo
ou foto, sua única existência é o momento vivido entre
criadores e público. Após a ação, a professora conduz
uma roda de conversa sobre a impermanência da arte, o
valor da presença e o sentido da experiência estética
que desaparece. Essa proposta pedagógica
fundamenta-se principalmente no conceito de: