Um paciente de 60 anos de idade, com histórico de
insuficiência cardíaca há 5 anos, sem outras comorbidades
que diminuam sua expectativa de vida, apresentou-se em
ambulatório de centro terciário especializado referenciando
dispneia persistente, em terapia medicamentosa otimizada.
Possui ecocardiograma com disfunção ventricular grave, com
fração de ejeção reduzida (25%). Assim, foi indicado
cardiodesfibrilador implantável (CDI) para prevenção
primária de morte súbita.
Qual é a técnica preferencial para implante do eletrodo
responsável pela desfibrilação do CDI do paciente do caso
clínico referido?