O caso hipotético a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
“Mulher, 40 anos, com histórico de febre reumática na infância, evolui com palpitações e dispneia aos esforços habituais há 3
meses. Ao exame físico, detectado sopro diastólico em ruflar em foco mitral, com reforço pré-sistólico, e primeira bulha
hiperfonética. Durante o exame ecocardiográfico da valvopatia dessa paciente, foram encontrados os seguintes achados:
• Aparato subvalvar: espessamento de cordas estendendo-se por mais de um terço do comprimento;
• Espessura dos folhetos: camadas médias normais, espessamento considerável de margens (5-8 mm);
• Calcificação valvar: uma área única da ecoluminosidade aumentada; e,
• Mobilidade dos folhetos: a valva continua se movendo adiante na diástole, principalmente na base.”