Em muitos museus e centros culturais no Brasil, a mediação ainda é pensada como se fosse uma tradução da arte para o público.
Isso quer dizer que o educador assume o papel de alguém que explica a obra para quem visita, como se o público não fosse capaz
de compreendê-la por conta própria. Nessa lógica, o saber está concentrado no educador e na instituição, enquanto o visitante
é visto como alguém leigo, que precisa ser ensinado. Esse modelo reforça uma relação desigual e pouco aberta ao diálogo, pois
parte da ideia de que só há uma forma certa de interpretar as obras — justamente aquela transmitida pela instituição.
Considerando o texto e os estudos sobre práticas educativas em museus, a proposta que difere do modelo tradicional de
mediação prevê
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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