A transição epidemiológica no Brasil não ocorreu pela subst...
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Ano: 2026
Banca:
ACCESS
Órgão:
SCBM - RJ
Prova:
ACCESS - 2026 - SCBM - RJ - Residência Médica - Cirurgia Médica |
Q3863224
Saúde Pública
A transição epidemiológica no Brasil não ocorreu pela
substituição simples das doenças infecciosas pelas
crônicas, mas sim pela sobreposição de ambas (tripla
carga de doenças). Nesse contexto, analise as
afirmativas a seguir sobre as estratégias de controle:
I. A vigilância das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) baseia-se primordialmente no monitoramento dos fatores de risco (tabagismo, obesidade, sedentarismo) por meio de inquéritos populacionais (como o Vigitel), dado que a longa latência e a multicausalidade dificultam a notificação compulsória universal de casos novos.
II. O controle da Dengue e de outras arboviroses exige uma abordagem integrada que priorize o controle químico (fumacê) em detrimento do manejo ambiental, uma vez que a urbanização acelerada torna impossível a eliminação mecânica dos criadouros do vetor Aedes aegypti.
III. A estratégia de "Tratamento como Prevenção" (TasP) no HIV/Aids fundamenta-se na evidência de que a supressão viral sustentada (carga viral indetectável) em pessoas vivendo com HIV anula o risco de transmissão sexual, transformando a terapia antirretroviral em uma ferramenta de saúde pública para interromper a cadeia de transmissão.
Está correto o que se afirma em:
I. A vigilância das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) baseia-se primordialmente no monitoramento dos fatores de risco (tabagismo, obesidade, sedentarismo) por meio de inquéritos populacionais (como o Vigitel), dado que a longa latência e a multicausalidade dificultam a notificação compulsória universal de casos novos.
II. O controle da Dengue e de outras arboviroses exige uma abordagem integrada que priorize o controle químico (fumacê) em detrimento do manejo ambiental, uma vez que a urbanização acelerada torna impossível a eliminação mecânica dos criadouros do vetor Aedes aegypti.
III. A estratégia de "Tratamento como Prevenção" (TasP) no HIV/Aids fundamenta-se na evidência de que a supressão viral sustentada (carga viral indetectável) em pessoas vivendo com HIV anula o risco de transmissão sexual, transformando a terapia antirretroviral em uma ferramenta de saúde pública para interromper a cadeia de transmissão.
Está correto o que se afirma em: