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Pacientes que realizaram cirurgia abdominal alta correm ris...

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Q1053373 Fisioterapia
Pacientes que realizaram cirurgia abdominal alta correm risco de desenvolver complicações pulmonares pós-operatórias. A dor pós-operatória geralmente é maior após cirurgia abdominal do que na cirurgia torácica.
Esse fato é resultante de
Alternativas

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A alternativa correta é A.

Vamos entender o tema da questão e o que é necessário para resolvê-la:

Pacientes que passam por cirurgias abdominais altas apresentam um risco elevado de desenvolver complicações pulmonares pós-operatórias. Isso ocorre devido à dor pós-operatória, que pode ser mais intensa nessas cirurgias do que nas cirurgias torácicas. A dor pode levar à hipoventilação, que é uma redução da ventilação alveolar, e isso reduz a capacidade vital, prejudicando a eficácia da tosse. Uma tosse ineficaz impede a remoção adequada de secreções, aumentando o risco de pneumonia ou atelectasia.

Agora, vamos analisar as alternativas:

A - Hipoventilação (a capacidade vital é diminuída em 55% nas primeiras 24 a 48 horas após a cirurgia), tosse ineficaz, colocando o paciente em risco de desenvolver pneumonia ou atelectasia.

Essa alternativa está correta porque a hipoventilação e a tosse ineficaz são consequências esperadas da dor pós-operatória em cirurgias abdominais. A redução da capacidade vital em aproximadamente 55% é um dado consistente com a literatura, e isso pode levar a complicações como pneumonia ou atelectasia.

B - Hiperventilação (a capacidade vital é aumentada em 55% nas primeiras 24 a 48 horas após a cirurgia), tosse ineficaz, colocando o paciente em risco de desenvolver pneumonia ou atelectasia.

Essa alternativa está incorreta porque não é esperado um aumento da capacidade vital (hiperventilação) após a cirurgia; na verdade, ocorre uma diminuição.

C - Hipoventilação (a capacidade vital é diminuída em 55% nas primeiras 24 a 48 horas após a cirurgia), tosse eficaz, colocando o paciente em risco de desenvolver bronquite ou derrame pleural.

Embora a hipoventilação esteja correta, a menção de tosse eficaz está errada. Além disso, as complicações associadas a uma tosse ineficaz são mais frequentemente pneumonia ou atelectasia, não bronquite ou derrame pleural.

D - Hiperventilação (a capacidade vital é aumentada em 55% nas primeiras 24 a 48 horas após a cirurgia), tosse eficaz, colocando o paciente em risco de desenvolver bronquite ou derrame pleural.

Essa alternativa está incorreta por dois motivos: a hiperventilação após a cirurgia é errada, e a relação entre hiperventilação e complicações como bronquite ou derrame pleural não é consistente com o cenário clínico descrito.

E - Hipoventilação (a capacidade vital é diminuída em 75% nas primeiras 24 a 48 horas após a cirurgia), tosse eficaz, colocando o paciente em risco de desenvolver bronquite ou atelectasia.

Embora a hipoventilação esteja correta, a diminuição de 75% é exagerada em relação aos dados usuais. Além disso, a menção de tosse eficaz está incorreta; a tosse é geralmente ineficaz nesse contexto.

Espero que essa explicação tenha elucidado a questão e ajudado a entendê-la melhor. Gostou do comentário? Deixe sua avaliação aqui embaixo!

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GABARITO: A

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