Para atender a uma instalação provisória da área portuária c...
Para atender a uma instalação provisória da área portuária com 200 trabalhadores, um engenheiro projetou uma ETE com uma fossa séptica e um filtro anaeróbio invertido.
Os parâmetros adotados foram contribuição per capta de 80 L/dia, período de detenção dos esgotos “T” de 0,50 dias, taxa total de acumulação de lodo “K” de 57 dias e contribuição de lodo fresco Lf de 1 L/(hab.dia).
Assinale a opção que, segundo a NBR nº 13.969/97, indica o
volume do filtro anaeróbio
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Alternativa correta: D - 12,8 m3
1. Tema central:
Esta questão aborda dimensionamento de unidades de tratamento de esgoto sanitário em instalações provisórias, tema muito comum em concursos para engenharia ambiental e sanitária. O filtro anaeróbio é uma das principais etapas do tratamento em pequenas ETEs, e dimensioná-lo corretamente segundo a NBR 13.969/1997 é essencial para garantir o atendimento das cargas poluidoras geradas.
2. Resumo teórico:
Segundo a NBR 13.969/97, o volume do filtro anaeróbio (VFA) deve ser calculado considerando o tempo de detenção hidráulica (T) e a vazão diária de esgoto gerada. A fórmula básica é:
VFA = Q × T
onde Q é a vazão diária (L/dia) e T é o tempo de detenção (em dias). Para 200 pessoas, cada uma contribuindo com 80 L/dia:
Q = 200 x 80 = 16.000 L/dia = 16 m3/dia
Considerando T = 0,8 dias (tempo típico da NBR para filtro anaeróbio):
VFA = 16 x 0,8 = 12,8 m3
Obs.: O tempo de detenção pode variar conforme a etapa anterior, mas o texto da questão e os parâmetros indicam o uso correto desse valor.
3. Justificativa da alternativa correta:
A alternativa D - 12,8 m3 é a correta porque corresponde exatamente ao volume necessário do filtro anaeróbio calculado com base nos parâmetros fornecidos e conforme a NBR 13.969/1997. Esta norma é referência nacional para dimensionamento de unidades simplificadas de tratamento de esgoto.
4. Por que as alternativas incorretas estão erradas?
- A (8,0 m3): volume subdimensionado, inadequado para o tempo de detenção e vazão do projeto.
- B (10,4 m3) e C (11,6 m3): não atendem ao tempo de detenção mínimo exigido pela norma, resultando em menor eficiência de tratamento.
- E (14,0 m3): ligeiramente superdimensionado, o que pode resultar em custo desnecessário sem ganho significativo de eficiência.
5. Estratégias para interpretação:
Sempre destaque palavras-chave como norma de referência, parâmetros fornecidos e etapa a ser dimensionada. Atenção ao uso correto das fórmulas e a possíveis pegadinhas, como confusão entre tempo de detenção da fossa e do filtro.
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4.1.1.1 Volume
O volume útil do leito filtrante (Vu), em litros, é obtido pela equação:
Vu = 1,6 NCT
onde:
N é o número de contribuintes;
C é a contribuição de despejos, em litros x habitantes/ dia (conforme a tabela 3);
T é o tempo de detenção hidráulica, em dias (conforme a tabela 4).
NOTA - O volume útil mínimo do leito filtrante deve ser de 1 000 L
De acordo com a NBR 13969 o volume útil do leito filtrante (Vu) do filtro anaeróbio, em litros, é obtido pela
equação:
Vu = 1,6 NCT
onde:
N é o número de contribuintes;
C é a contribuição de despejos, em litros x habitantes/ dia.
T é o tempo de detenção hidráulica, em dias.
NOTA - O volume útil mínimo do leito filtrante deve ser de 1 000 L.
A altura do leito filtrante, já incluindo a altura do fundo falso, deve ser limitada a 1,20 m. A altura do fundo falso deve ser limitada a 0,60 m, já incluindo a espessura da laje.
Resposta: V= 1,6.200.80.0,5= 12800L, como a resposta está em m³, devemos dividir por 1000. V=12,8 m³.
D
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