Mulher de 64 anos, previamente hígida, procura
atendimento por tenesmo e episódios de
enterorragia há 3 meses. Sua colonoscopia revela
lesão ulcerada e estenosante em reto baixo, a 4 cm
da margem anal, e a biópsia confirma
adenocarcinoma. O estadiamento por Ressonância
Magnética de Pelve demonstra: lesão T3
(invadindo a gordura mesorretal em 6 mm) e
múltiplos linfonodos mesorretais suspeitos (N2),
com distância de 1 mm da fáscia mesorretal (fáscia
ameaçada), sem metástases à distância. A paciente
possui status de performance (ECOG 0).
Considerando o estadiamento e as diretrizes atuais
para câncer de reto localmente avançado, nesse
caso, a sequência terapêutica inicial mais
adequada é