Próximas questões
Com base no mesmo assunto
Ano: 2025
Banca:
FGV
Órgão:
CPRM
Provas:
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Administração
|
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Análise e Desenvolvimento de Sistemas |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Comunicação - Produção e divulgação de conteúdo visual & gráfico |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Biblioteconomia |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Contabilidade |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Arquitetura |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Física |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Geografia |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Design Gráfico |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Arquivologia |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Engenharia Agronômica |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Geoprocessamento |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Letras |
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FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Química |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Biologia |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Direito |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Cartografia |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Comunicação - Produção e divulgação de conteúdo audiovisual |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Educação |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Comunicação - Produção e divulgação de conteúdo textual |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Engenharia Civil |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Engenharia Elétrica |
FGV - 2025 - CPRM - Analista em Geociências - Engenharia Eletrônica |
Q3754724
Português
Texto associado
As questões da prova de Língua Portuguesa referem-se ao
TEXTO a seguir:
O Brasil na crise do clima
Dimas Ramalho
Chuvas apocalípticas no Rio Grande do Sul, secas extremas no
Pantanal e na Amazônia, inundações recordes em países da Ásia e
da Europa, ondas de calor mortíferas nos quatro cantos do mundo.
São gritantes os sinais de que algo está profundamente errado no
clima planetário.
Nem todo mundo entende, porém, que por trás desse fenômeno
alarmante está a mão do homem. Após décadas de estudos e
medições, não resta dúvida de que a causa do aquecimento global
são os gases do efeito estufa emitidos por seres humanos, a maior
parte deles proveniente da queima de petróleo e seus derivados.
Com a elevação da temperatura média do globo, tornam-se mais
frequentes os chamados eventos climáticos extremos, com
consequências tremendas para as populações humanas e os
ecossistemas naturais. Segundo a pesquisa Datafolha, 77% da
população brasileira vivenciou recentemente algum evento desse
tipo.
Por mais que os efeitos da mudança climática venham ficando
cada dia mais evidentes no planeta, enfrentar as suas causas tem-se mostrado uma tarefa imensamente complexa. A principal razão
é que reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa
implica uma mudança radical na matriz energética global, ainda
amplamente baseada no petróleo.
Nessa verdadeira corrida contra o tempo, o Brasil curiosamente
desponta de maneira singular. Por aqui, as principais fontes de
poluição não provêm, como nas outras grandes economias do
mundo, de atividades industriais e da queima de combustíveis
fósseis, mas do desmatamento.
A floresta derrubada libera na atmosfera todo o carbono
armazenado na madeira, nas folhas e nas raízes quando é
queimada ou apodrece sobre o solo. Já a atividade pecuária, além
de relevante indutor do desmatamento na Amazônia, libera, por
meio da digestão dos ruminantes, o metano, um dos gases que
mais potencializam o efeito estufa.
Hoje, felizmente, boa parte dos produtores já entendeu isso, e
vêm investindo no aumento da produtividade no campo e
ampliando a chamada agricultura de baixo carbono. Um
agronegócio com consciência ambiental combinado a um combate
firme do desmatamento por parte dos governos forma uma
aliança poderosa, que beneficiará o Brasil e o mundo.
Assinale a opção em que a palavra formada não se estrutura a
partir de uma derivação regressiva.