No transporte de um paciente vítima de politrauma com imobi...

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Q4071169 Segurança e Transporte
No transporte de um paciente vítima de politrauma com imobilização em prancha longa e colar cervical, o Motorista Socorrista é informado pelo técnico de enfermagem que o paciente está agitado e tentando retirar o colar cervical. Ao mesmo tempo, o rádio comunica um desvio obrigatório de rota. Diante dessa situação, considerando a segurança da equipe e da vítima durante o deslocamento, qual é a conduta adequada do Motorista Socorrista?
Alternativas

Gabarito comentado

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Gabarito: D

Fundamento decisivo: O elemento decisivo foi a intercorrência interna com paciente politraumatizado e imobilizado tentando retirar o colar cervical, o que exigia interromper o deslocamento em local seguro antes de prosseguir.

Tema central: segurança no deslocamento
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque aumenta a velocidade justamente quando já existe uma intercorrência interna com ameaça à imobilização do paciente. Pela base, rapidez não prevalece sobre a segurança da condução nem sobre o controle imediato do risco ao paciente.
B
Errada
Está errada porque propõe comunicação operacional enquanto dirige e, ao mesmo tempo, mantém o veículo em movimento apesar da tentativa de retirada do colar cervical. Pela base, não se deve priorizar comunicação ao volante acima da interrupção segura do transporte diante de risco assistencial imediato.
C
Errada
Está errada porque mantém o trajeto e deixa a equipe de saúde resolver sozinha a agitação, sem eliminar o risco criado pelo veículo em movimento e pela possível perda da imobilização. Pela base, a intercorrência exige parada segura e apoio operacional do motorista socorrista, e não mera continuidade com sirene.
D
Certa
A alternativa D está correta porque, diante de risco assistencial imediato dentro da ambulância, a conduta é parar o veículo em local seguro, permitir o controle da agitação e preservar a imobilização do paciente. Só depois disso deve ser feita a comunicação do desvio à Central antes de retomar o trajeto.
Pegadinha da questão
A confusão explorada é tratar a urgência clínica e o desvio de rota como justificativa para continuar rodando, quando o fator prioritário era o risco imediato ao paciente imobilizado dentro da ambulância.
Dica para questões semelhantes
  • Se houver risco interno relevante à vítima imobilizada durante o transporte, a prioridade é parar em local seguro antes de prosseguir.
  • Comunicação operacional com a Central não deve ser feita de modo que comprometa a condução segura.
  • Aumentar velocidade ou apenas usar sirene não substitui a resolução de intercorrência assistencial no compartimento do paciente.

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