Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:
Paciente de 56 anos, previamente hígido, é encontrado inconsciente em casa, sem respiração e sem pulso palpável.
O SAMU chega 5 minutos após o chamado. Durante o atendimento, o paciente está cianótico, com Glasgow 3, apneico,
sem pulso central, pupilas midriáticas fixas. Equipe inicia manobras de reanimação cardiopulmonar, conforme protocolo,
com ritmo visualizado no desfibrilador externo automático com o seguido traçado eletrocardiográfico:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Após 3 choques, 3 doses de adrenalina EV e 1 de amiodarona EV, obtém-se retorno da circulação espontânea (RCE) após
18 minutos de reanimação. Submetido à intubação orotraqueal, mantido sob ventilação mecânica e encaminhado para o
serviço médico de referência.
Após 72 horas do evento, o paciente permanece em coma não reativo, com ausência completa de reflexos do tronco
encefálico. Está normotérmico, normotenso e sem uso de sedação há mais de 24 horas.
Segundo a Resolução CFM no
2.324/2022, quais são os critérios obrigatórios para a confirmação da morte encefálica
nesse cenário?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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