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Com base no mesmo assunto
Ano: 2025
Banca:
Instituto Consulplan
Órgão:
Prefeitura de João Ramalho - SP
Provas:
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Contador
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Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Psicólogo |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Assistente Social |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Especialista Desportivo |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Controlador Interno |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Engenheiro Civil |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Farmacêutico |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Fonoaudiólogo |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Nutricionista |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Enfermeiro de Educação Permanente em Saúde |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Médico |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Cirurgião-Dentista |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Engenheiro Agrônomo |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Médico Veterinário |
Instituto Consulplan - 2025 - Prefeitura de João Ramalho - SP - Fisioterapeuta |
Q3612674
Português
Texto associado
Contar é muito dificultoso. Não pelos anos que já se passaram. Mas pela astúcia que têm certas coisas passadas de fazer
balancê, de se remexerem dos lugares. A lembrança da vida da gente se guarda em trechos diversos; uns com os outros acho
que nem se misturam. Contar seguido, alinhavado, só mesmo sendo coisas de rasa importância. Tem horas antigas que ficaram
muito mais perto da gente do que outras de recente data. Toda saudade é uma espécie de velhice. Talvez, então, a melhor coisa
seria contar a infância não como um filme em que a vida acontece no tempo, uma coisa depois da outra, na ordem certa, sendo
essa conexão que lhe dá sentido, princípio, meio e fim, mas como um álbum de retratos, cada um completo em si mesmo, cada
um contendo o sentido inteiro. Talvez seja esse o jeito de escrever sobre a alma em cuja memória se encontram as coisas
eternas, que permanecem...
(Guimarães Rosa apud Rubem Alves. Na morada das palavras. Campinas: Papirus, 2023. p. 139. Adaptado.)
Comparando os trechos “Contar é muito dificultoso.” e “Contar seguido, alinhavado, só mesmo sendo coisas de rasa importância.”, pode-se afirmar que: