Menor com 14 anos foi diagnosticada com Escoliose Idiopática...

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Q4424038 Fisioterapia
Menor com 14 anos foi diagnosticada com Escoliose Idiopática do Adolescente (EIA) de padrão torácico direito principal. À avaliação cinesiológica e morfológica, apresenta ângulo de Cobb de 32° (mensurado por radiografia em ortostatismo), rotação vertebral com gibosidade torácica à direita (12° no escoliômetro de Bunnell) e assimetria de triângulo do talhe. Segundo a CBDF-1 (Resolução COFFITO nº 610/2025), a alteração foi codificada na categoria D03 (Deficiência Cinético-Funcional Musculoesquelética) com a cadeia D03.02.0.3.2.1, assim descrita: D03.02 — Deficiência Cinético-funcional Musculoesquelética com lesão estrutural crônica (compatível com deformidade estrutural progressiva da coluna vertebral); Bloco B (Qualificadores Musculoesqueléticos): 3º subcódigo (Dor) = ausente (0); 4º subcódigo (Mobilidade articular) = alteração/limitação grave (3), compatível com a rigidez estrutural e a gibosidade observada; 5º subcódigo (Funções musculares) = redução moderada (2), compatível com a diminuição de força/resistência da musculatura do tronco; Bloco C (Segmento/Estrutura do corpo): 6º subcódigo = 1 (Afetando Coluna, subtópico Torácica).

Considerando a biomecânica da escoliose idiopática, os métodos de avaliação de imagem e cinesiológica, a codificação pela CBDF-1 (Resolução COFFITO nº 610/2025) e o tratamento fisioterapêutico baseado em Exercícios Terapêuticos Específicos para Escoliose (PSSE), é CORRETO afirmar que: 
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