Durante o seguimento ultrassonográfico de um nódulo mamário...
•Entre o exame 1 e o exame 2, houve aumento de 15% no volume.
•Entre o exame 2 e o exame 3, houve aumento de 25% no volume.
•Entre o exame 1 e o exame 3, houve aumento total de 45% no volume.
Considerando as recomendações do sistema BIRADS, qual a conduta mais adequada diante desses achados?
Gabarito comentado
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: Pelo BI-RADS/ACR, uma massa mamária provavelmente benigna ao ultrassom que apresenta crescimento >20% no seguimento curto deixa a categoria 3 e passa a ser suspeita, com indicação de biópsia guiada por imagem; no caso, houve aumento de 25% entre os exames 2 e 3, o que sustenta reclassificação para BI-RADS 4.
- Em BI-RADS 3, procure o ponto em que a lesão deixa de ser estável no seguimento e compare com o limiar objetivo de crescimento da diretriz.
- Não rebaixe nem escale a categoria só porque houve algum aumento: pequenas variações podem ser técnicas, mas crescimento acima de 20% no seguimento curto muda a conduta para biópsia.
- Diferencie BI-RADS 4 de BI-RADS 5: crescimento suspeito isolado justifica categoria 4; categoria 5 exige achados morfológicos altamente sugestivos de malignidade.
- Se já há critério suficiente de suspeição ao ultrassom, não trate a ressonância como passo obrigatório antes da biópsia.
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