Em Viola Spolin (1992) e sua proposta de improvisação teatra...
I. A avaliação é feita por todo o grupo, não somente pelo professor-diretor. Os alunos-espectadores devem estar engajados também no momento em que são os espectadores das improvisações.
II. A avaliação das improvisações deve se ater ao que foi comunicado para a plateia. A observação ao que foi apresentado também é aprendizado para os alunos.
III. O professor-diretor deve avaliar objetivamente as cenas apresentadas, delineando e deixando claro o que é certo e errado.
IV. O papel do aluno como espectador é aproveitar o que foi apresentado e relaxar interpretando as cenas de forma pessoal.
V. Um ambiente de competição pode ser verdadeiramente interessante para o trabalho de improvisação. Os grupos de estudantes “rivais” entre si podem se esforçar mais para apresentar o melhor resultado.
VI. A avaliação deve dar voz também aos atores que apresentaram a improvisação. Perguntar para os atores se eles concordam com o que foi dito pela plateia dá a eles uma possibilidade a mais de pensar e refletir sobre o que foi apresentado.