Criança, dois anos de idade, em acompanhamento ambulatorial
no pós-operatório tardio de transplante hepático inter vivos em
uso regular de imunossupressores, esquema de tacrolimo e
prednisona, apresenta quadro de febre persistente há 4
semanas, com perda de peso, anorexia, sintomas respiratórios
altos persistentes, com congestão nasal, coriza. Ao exame físico
apresenta hipertrofia acentuada de amigdalas com obstrução
de praticamente 90% da luz do cavum. Dentre os exames,
chama a atenção um aumento de DHL e PCR positivo para vírus
EBV. A conduta imediata mais adequada e hipótese diagnóstica
mais provável são, respectivamente: