Conforme o Art. 1º da Instrução Normativa nº 02, de 19 de j...
Gabarito comentado
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Alternativa correta: C
Tema central da questão:
A questão aborda a classificação de risco de introdução e dispersão da praga Bactrocera carambolae (mosca-da-carambola) nas Unidades da Federação, conforme a Instrução Normativa nº 02/2018 do MAPA. Esse conhecimento é fundamental para agrônomos que atuam na defesa vegetal, controle de pragas e sanidade fitossanitária, especialmente em concursos públicos.
Resumo teórico:
A Bactrocera carambolae é uma praga quarentenária, ou seja, está sujeita a restrições de controle e prevenção devido ao seu elevado potencial de dano à fruticultura. O Brasil, por meio da referida Instrução Normativa, classifica as unidades federativas segundo o risco de introdução e dispersão, definindo ações preventivas e de vigilância conforme o grau de risco.
Justificativa da alternativa correta:
A alternativa C está correta, pois cita os estados classificados como de baixo risco, de acordo com o Art. 2º da IN nº 02/2018. Nesses locais, a chance de entrada e disseminação da praga é menor, exigindo medidas menos rigorosas, mas ainda assim fundamentais para antecipar qualquer foco.
Análise das alternativas incorretas:
- A - Médio risco: Acre, Rondônia, Goiás e DF.
Incorreta. Segundo a normativa, esses estados não compõem a categoria de médio risco. Normalmente, médio risco envolve áreas mais próximas às fronteiras de ocorrência da praga (como Roraima). - B - Alto risco: Amazonas, Mato Grosso e Maranhão.
Incorreta. Esses estados não são classificados como alto risco. O alto risco geralmente se aplica a estados mais próximos ou com maior fluxo de produtos dos estados infestados. - D - Altíssimo risco: Piauí e Tocantins.
Incorreta. Piauí e Tocantins não são considerados de altíssimo risco. Normalmente, “altíssimo risco” refere-se a estados diretamente fronteiriços às áreas já infestadas (como Amapá e Roraima).
Estrategicamente, é essencial ao resolver questões desse tipo:
- Identificar palavras-chave como “baixo risco”, “alto risco” e associá-las corretamente às unidades federativas.
- Desconfiar de alternativas que trazem estados fora da região Norte como “altíssimo risco”, pois a dispersão inicial da praga se deu nos estados do Norte.
- Consultar sempre normativas atualizadas (como a IN nº 02/2018), pois elas são base de cobrança em concursos.
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