Mulher de 28 anos, obesa (IMC 34 kg/m2), chega ao pronto-so...

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Q3822270 Medicina
Mulher de 28 anos, obesa (IMC 34 kg/m2), chega ao pronto-socorro com cefaleia progressiva há 3 semanas, de caráter pulsátil e holocraniana, pior ao despertar e com manobras de Valsalva. Relata episódios de obscurecimentos visuais transitórios (< 30 segundos) principalmente ao levantar-se rapidamente, além de zumbido pulsátil bilateral. Nega febre, déficits focais ou alterações visuais persistentes. Exame neurológico: papiledema bilateral à fundoscopia, sem outros achados focais. Ressonância magnética de crânio: ventrículos de dimensões normais, sela túrcica parcialmente vazia, discreto achatamento posterior dos globos oculares, sem lesões expansivas. Angiorressonância venosa: sem sinais de trombose venosa cerebral.
Qual é a hipótese diagnóstica mais provável e qual exame é essencial para confirmar o diagnóstico e orientar o tratamento?
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