Leia o excerto a seguir. “Eu estava desempregado e ia ler n...
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Ano: 2025
Banca:
DECORP
Órgão:
Prefeitura de Sena Madureira - AC
Provas:
DECORP - 2025 - Prefeitura de Sena Madureira - AC - Professor Educação Especial - AEE (Magistério)
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DECORP - 2025 - Prefeitura de Sena Madureira - AC - Professor EJA (Magistério) |
DECORP - 2025 - Prefeitura de Sena Madureira - AC - Professor Ensino Fundamental - 1º ao 5º (Magistério) |
DECORP - 2025 - Prefeitura de Sena Madureira - AC - Professor – Educação Infantil (Creche) - Magistério |
DECORP - 2025 - Prefeitura de Sena Madureira - AC - Professor Educação Infantil (Pré-Escola) - Magistério |
Q3530474
Português
Leia o excerto a seguir.
“Eu estava desempregado e ia ler na Biblioteca Nacional todos os dias. Seguia pela Mem de Sá até o largo da Lapa e pegava a rua do Passeio. Eu podia descer pela Evaristo da Veiga, que desembocava na 13 de Maio ao lado do Teatro Municipal, mas preferia a rua do Passeio, que era mais movimentada, tinha mais gente para ver. Da rua do Passeio chegava à praça Mahatma Gandhi, e então praça Floriano, andava um pouco e lá estava a Biblioteca, o prédio mais bonito da cidade. Ficava na Biblioteca o dia inteiro; tomava uma xícara de café-com-leite na lanchonete. À noite, no caminho de casa, comia um sanduíche, de pernil ou mortadela. Isso matava a minha fome.”
FONSECA, Rubem. O buraco na parede. In: O buraco na parede: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
Analisando-se esse texto, pode-se afirmar que as funções da linguagem que o estruturam são
“Eu estava desempregado e ia ler na Biblioteca Nacional todos os dias. Seguia pela Mem de Sá até o largo da Lapa e pegava a rua do Passeio. Eu podia descer pela Evaristo da Veiga, que desembocava na 13 de Maio ao lado do Teatro Municipal, mas preferia a rua do Passeio, que era mais movimentada, tinha mais gente para ver. Da rua do Passeio chegava à praça Mahatma Gandhi, e então praça Floriano, andava um pouco e lá estava a Biblioteca, o prédio mais bonito da cidade. Ficava na Biblioteca o dia inteiro; tomava uma xícara de café-com-leite na lanchonete. À noite, no caminho de casa, comia um sanduíche, de pernil ou mortadela. Isso matava a minha fome.”
FONSECA, Rubem. O buraco na parede. In: O buraco na parede: contos. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
Analisando-se esse texto, pode-se afirmar que as funções da linguagem que o estruturam são