Todos os conceitos e todas as teorias estão
interconectados. Não há conceitos em hierarquias.
Uma ciência ou uma disciplina não é mais
importante do que a outra. A visão do conhecimento
em rede constitui um instrumento para a transformação potencial do próprio conhecimento.
Reconhece-o como um processo, algo que não possui
um aspecto definível absolutamente fixo. Implica um
sistema aberto à participação, uma estrutura
dissipadora e que está em constante fluxo de energia,
capaz de crescimento e de transformação sem fim. A
imagem de rede, tanto do conhecimento em rede
como de redes de conhecimentos, pressupõe
flexibilidade, plasticidade, interatividade,
adaptabilidade, cooperação, parceria, apoio mútuo e
auto-organização.
As novas gerações encontram-se inseridas em
diversas redes e não concebem seu cotidiano sem
interações e trocas e compartilhamentos constantes e
rápidos de informações. Sendo assim, na medida em
que a universidade tem papel incontestável na
formação do caráter discente, pode vir a transformar
fundamentalmente a realidade da sociedade.
TORRES, Patrícia L.; TRINDADE, Rui; CARNEIRO, Virgínia B.
Autonomia discente na universidade: metodologias ativas e a cibercultura.
In: Revista Teias, v. 20, n. 56, jan./mar. 2019, com adaptações.
Em um texto de caráter predominantemente
poético, cuja intencionalidade se estabelece pela
conotação e pela expressividade da linguagem, é
possível observar a presença marcante da função
emotiva. No entanto, se nesse mesmo texto o autor,
ao explorar metáforas e hipérboles, dirige-se
diretamente ao leitor para convencê-lo de uma ideia,
então haverá uma sobreposição da função apelativa à
função poética. Nesse caso, a função apelativa torna-se a predominante, mesmo que os recursos
expressivos permaneçam evidentes.
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