Como salvar imagens de uma ocorrência sem risco de alteraçã...
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GAB. C
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A alternativa C está correta. Justifico:
Para que imagens ou vídeos de ocorrência sejam guardados “sem risco de alteração” e com rastreio garantido, é necessário que sejam exportados em formato que permita verificação de integridade (por exemplo assinatura digital, hash, etc.), armazenados em mídia controlada pelo órgão (não em dispositivo pessoal ou inseguros), e registrados com protocolo/documentação — o que garante cadeia de custódia e auditagem. Várias fontes de boas práticas apontam isso:
- Uma exportação com “digital signature” (assinatura digital) para verificar que o vídeo não foi alterado. ()
- Guarda segura, documentação do processo, preservação do original em meios confiáveis. ()
- A cadeia de custódia (quem manejou, quando, onde) é requisito para que o material seja admissível e confiável. ()
As outras alternativas são inadequadas:
- A: gravar em pendrive pessoal e levar no bolso = dispositivo pessoal, risco de perda, alteração, sem controle formal.
- B: fotografar a tela com celular e enviar, apagar da central = método pouco seguro, não há garantia de integridade ou rastreio formal.
- D: copiar para pasta pública da rede, permitir edição pela equipe = permite alteração, falha total no controle de integridade.
- E: pedir que solicitante traga HD, liberar retirada de equipamento etc = entrega de equipamento, acesso livre ao armário = não atende aos mínimos requisitos de guarda segura e rastreio formal.
Portanto, a melhor prática é a indicada em C.
Se quiser, posso detalhar um procedimento-padrão para exportação e guarda de imagens/vídeos de ocorrência em órgão público (fluxo, formatos, mídia, registro). Quer que eu monte?
A alternativa correta é:
✅ C) Exportar o vídeo com verificação de integridade, guardar em mídia do órgão e registrar com número de protocolo.
Essa alternativa garante autenticidade, integridade e rastreabilidade das imagens — princípios essenciais no tratamento de evidências, especialmente em órgãos públicos ou procedimentos administrativos e investigativos.
Veja por que:
- Verificação de integridade: assegura que o arquivo exportado não foi alterado (por meio de hash, checksum ou certificado digital).
- Mídia do órgão: impede que dados sensíveis fiquem em dispositivos pessoais, evitando violação de sigilo.
- Registro com número de protocolo: permite o rastreio da ocorrência e de quem teve acesso ao material.
As demais alternativas envolvem práticas inseguras ou inadequadas:
- A: uso de pendrive pessoal compromete a segurança e a cadeia de custódia.
- B: fotografar a tela e enviar por aplicativo elimina qualquer controle de integridade e confidencialidade.
- D: copiar para pasta pública e permitir edição possibilita adulteração.
- E: permitir retirada de equipamentos viola normas de segurança e controle de evidências.
✅ Portanto, a opção C é a única correta e segura.
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