Sobre as Estratégias para o Cuidado da Pessoa com Doença Crô...
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A síndrome hiperosmolar não cetótica é um estado de hiperglicemia grave acompanhada de desidratação e alteração do estado mental, na ausência de cetose.
Características da síndrome hiperosmolar:
- hiperglicemia grave;
- desidratação intensa;
- aumento da osmolaridade plasmática;
- alteração do nível de consciência;
- ausência ou mínima cetose.
Gabarito letra C
A) Incorreta. A hipoglicemia é definida por níveis glicêmicos baixos (geralmente $< 70\text{ mg/dL}$ em diabéticos), e não "superiores a 250 mg/dL" (valor que caracteriza a hiperglicemia).
B) Incorreta. Embora seja a complicação aguda clássica do DM1, a Cetoacidose Diabética (CAD) não é exclusiva desse grupo; pode ocorrer em pacientes com DM2 em situações de estresse metabólico severo (infecções graves, sepse, grandes cirurgias ou trauma).
D) Incorreta. A cetoacidose e a síndrome hiperosmolar são as próprias formas de descompensação hiperglicêmica aguda. A alternativa inclui a "hiperglicemia" em si como uma complicação derivada de si mesma de forma redundante/errônea.
E) Incorreta. A Síndrome Hiperosmolar Não Cetótica ocorre predominantemente em indivíduos com DM tipo 2 (idosos, com pouca ingesta hídrica ou infecção intercorrente), justamente porque o DM2 mantém níveis basais mínimos de insulina suficientes para prevenir a lipólise e a cetogênese excessiva.
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