Uma menina de 11 anos é avaliada por baixa estatura, com est...
Uma menina de 11 anos é avaliada por baixa estatura, com estatura 2,3 desvios-padrão abaixo da média para idade e sexo nas curvas da Organização Mundial da Saúde, com velocidade de crescimento de 3,8 cm/ ano e idade óssea atrasada em 2 anos. Após exclusão de causas não endócrinas, realiza-se dosagem de fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1 (IGF-1), baixa para idade e testes de estímulo para hormônio do crescimento (GH) com resposta inadequada.
A dosagem de IGF-1 nessa investigação é:
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: Na suspeita de deficiência de GH em criança com baixa estatura e idade óssea atrasada, o IGF-1 baixo funciona como exame auxiliar de triagem/apoio, porque reflete a ação periférica do eixo GH–IGF-1, mas não confirma o diagnóstico sozinho; a confirmação exige integração clínica e testes de estímulo.
- Se o eixo avaliado for GH, lembre que GH basal isolado tem pouca utilidade por secreção pulsátil; o IGF-1 entra como marcador mais estável de triagem.
- IGF-1 baixo aumenta a suspeita de deficiência de GH, mas sempre deve ser interpretado com contexto clínico, auxológico e exclusão de causas não endócrinas.
- Não use IGF-1 isoladamente para confirmar deficiência de GH nem para excluir causas genéticas de baixa estatura.
- Na monitorização do GH, o IGF-1 é complementar; a resposta clínica central continua sendo a velocidade de crescimento.
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