Mulher, 66 anos de idade, com diagnóstico de distrofia endo...
Próximas questões
Com base no mesmo assunto
Ano: 2025
Banca:
FUVEST
Órgão:
HCFMUSP
Prova:
FUVEST - 2025 - HCFMUSP - Residência Médica - Áreas de Atuação - Transplante de Córnea - Oftalmologia |
Q4227895
Medicina
Mulher, 66 anos de idade, com diagnóstico de distrofia
endotelial de Fuchs, apresenta queixa de visão borrada
matinal há 3 anos.
• Primeira avaliação:
- AV corrigida: 20/30 (OD), 20/40 (OE)
- Biomicroscopia: guttae centrais, sem edema estromal periférico.
- Endotélio periférico preservado, densidade celular periférica: 2.100 células/mm².
- CCT (espessura corneana central): 570 μm.
- Conduta adotada: tratamento clínico + observação.
• Avaliação após 18 meses:
- AV corrigida: 20/60 (OD), 20/100 (OE)
- Edema corneano central persistente.
- Densidade celular periférica: 1.800 células/mm².
- CCT: 650 μm (OE), 610 μm (OD).
- Edema estromal periférico discreto em OE.
Considerando a evolução do quadro e as opções cirúrgicas disponíveis, qual é a conduta mais apropriada para o olho esquerdo neste momento?
• Primeira avaliação:
- AV corrigida: 20/30 (OD), 20/40 (OE)
- Biomicroscopia: guttae centrais, sem edema estromal periférico.
- Endotélio periférico preservado, densidade celular periférica: 2.100 células/mm².
- CCT (espessura corneana central): 570 μm.
- Conduta adotada: tratamento clínico + observação.
• Avaliação após 18 meses:
- AV corrigida: 20/60 (OD), 20/100 (OE)
- Edema corneano central persistente.
- Densidade celular periférica: 1.800 células/mm².
- CCT: 650 μm (OE), 610 μm (OD).
- Edema estromal periférico discreto em OE.
Considerando a evolução do quadro e as opções cirúrgicas disponíveis, qual é a conduta mais apropriada para o olho esquerdo neste momento?