A zona incerta é uma das poucas regiões comumente visadas p...
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Ano: 2023
Banca:
AMEOSC
Órgão:
Prefeitura de Guaraciaba - SC
Prova:
AMEOSC - 2023 - Prefeitura de Guaraciaba - SC - Orientador Social |
Q4364267
Português
Texto associado
O que é a 'zona incerta' do cérebro, que intriga
cientistas há quase 150 anos
Os cientistas sabem que as conexões entre os neurônios
existem, mas ainda não conseguem descobrir
exatamente como e onde toda a informação que chega e
sai do nosso cérebro é produzida, armazenada e
processada graças a essas sinapses.
Um exemplo desses enigmas do cérebro e da memória é
a chamada zona incerta - uma região sobre a qual há
mais perguntas do que respostas.
A zona incerta é uma faixa de massa cinzenta localizada
na área central do cérebro. "É como uma folha de
neurônios que se estende entre o tálamo e o
hipotálamo", disse Huizhong Tao, professor de fisiologia
e neurociências da University of Southern California, à
BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.
Ao longo da zona incerta, pelo menos quatro sub-regiões
foram identificadas, cada uma associada a um papel
específico, que variam de funções motoras e viscerais à
excitação e atenção. A zona incerta também está associada a funções como sono, regulação da dor e
aprendizado, explica Huizhong. E um estudo recente em
camundongos mostrou que a zona também pode
desempenhar um papel importante na consolidação da
memória de longo prazo.
Mas além disso, pouco se conhece sobre os
mecanismos nos quais essa zona do cérebro atua e
como se comunica com outras regiões do cérebro para
realizar tarefas.
Por exemplo, a zona incerta é uma das poucas regiões
comumente visadas para estimulação em pacientes com
Parkinson, mas os cientistas não sabem ao certo por que
ela tem a capacidade de aliviar os sintomas da doença.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1yg3w1dweo. Adaptado.
A zona incerta é uma das poucas regiões comumente
visadas para estimulação em pacientes com Parkinson.
Conjugando o verbo 'ser' no pretérito mais que perfeito do indicativo, tem-se:
Conjugando o verbo 'ser' no pretérito mais que perfeito do indicativo, tem-se: