A conciliação medicamentosa consiste na comparação da terap...

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Q3330276 Farmácia
A conciliação medicamentosa consiste na comparação da terapêutica habitual (ou anterior) de um paciente com a prescrição de medicamentos em momentos-chave de transição entre cuidados de saúde, como admissão, transferência ou alta hospitalar. Esse processo é fundamental para:
Alternativas

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Alternativa correta: A - garantir a segurança do paciente ao evitar interações medicamentosas prejudiciais.

1. Tema central da questão:

O tema aborda a conciliação medicamentosa, um processo fundamental na assistência farmacêutica e na segurança do paciente, especialmente durante transições de cuidado, como admissões ou altas hospitalares. O objetivo é comparar os medicamentos já utilizados com a nova prescrição, prevenindo erros e riscos.

2. Resumo teórico:

A conciliação medicamentosa é uma etapa prevista em protocolos internacionais (como os da Joint Commission) e nacionais (Guia Prático de Conciliação Medicamentosa - Anvisa), visando detectar discrepâncias e prevenir eventos adversos. Ela ocorre em momentos críticos, como admissão hospitalar, transferência de setores e alta, e permite identificar omissões, duplicidades, interações e dosagens inadequadas.

3. Justificativa da alternativa correta:

A alternativa A é correta porque o principal foco da conciliação medicamentosa é proteger o paciente de riscos associados a erros de medicação, principalmente interações medicamentosas prejudiciais, omissões e duplicidades. Isso contribui diretamente para a segurança e continuidade do cuidado.

4. Análise das alternativas incorretas:

  • B - aumentar a dose dos medicamentos para acelerar a recuperação: Não condiz com o objetivo da conciliação; doses devem ser ajustadas de acordo com a necessidade clínica, nunca de forma generalizada.
  • C - reduzir custos por substituição de medicamentos: O foco é a segurança, não a economia, embora possa haver impactos indiretos.
  • D - diminuir frequência das consultas: Não tem relação direta com conciliação. A medida visa evitar erros, não alterar rotinas de acompanhamento.
  • E - promover a automedicação: Pelo contrário, o objetivo é evitar que o paciente use medicamentos por conta própria, sem orientação adequada.

5. Estratégia de interpretação:

Fique atento a palavras-chave como “segurança do paciente” e “erros de medicação”. Desconfie de opções que sugerem práticas não seguras, como automedicação, aumento de dose sem avaliação, ou priorizem custos em detrimento da segurança.

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