A identificação do paciente é um dos protocolos mais importa...
( ) A identificação do paciente não é item obrigatório para o atendimento psicológico, pois, se o profissional errar o paciente, facilmente conseguirá identificar o erro sem causar danos.
( ) A condição de homônimo deverá ter um caráter de maior atenção e, sempre que possível, ser sinalizada em algum lugar visível pela equipe assistencial.
( ) As principais informações para a checagem da identificação correta do paciente é o nome completo e o nome do pai.
( ) Os quadros beira-leito também são uma forma de identificação do paciente, porém eles não substituem o uso da pulseira de identificação.
( ) O uso de sinalização na porta dos quartos é uma forma segura de identificar o paciente e de grande eficiência para a equipe multidisciplinar.
Gabarito comentado
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: O decisivo era verificar quais assertivas estavam compatíveis com o protocolo: identificação obrigatória em todos os ambientes, uso de identificadores válidos, atenção a homônimos e limites dos recursos visuais. Isso conduz à sequência F – V – F – V – V, que corresponde à alternativa B.
- Se a assertiva dispensar identificação por causa do tipo de atendimento, elimine: o protocolo vale em todos os ambientes de cuidado.
- Quando a questão cobrar checagem de identidade, procure dois identificadores válidos do protocolo; não aceite quarto, leito ou dado familiar fora do padrão citado.
- Se aparecer pulseira versus quadro, etiqueta ou porta, mantenha a pulseira como referência principal e trate os demais apenas como apoio visual.
- Em situações de homônimos, considere correta a exigência de atenção reforçada e diferenciação institucional.
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Comentários
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A condição de homônimo na saúde ocorre quando dois ou mais pacientes possuem o mesmo nome completo (e, frequentemente, dados de identificação muito parecidos, como nomes de mãe semelhantes ou datas de nascimento próximas) dentro de um sistema de atendimento médico, hospitalar ou de saúde pública.
Trata-se de um desafio crítico na segurança do paciente e na gestão de dados de saúde, pois a fusão inadvertida de prontuários ou o manuseio incorreto de registros pode levar a erros graves.
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