Um paciente de 50 anos apresentou inicialmente os seguintes
sintomas: sensação de exploração, preocupação com a lealdade
ou confiança de amigos e frequentes interpretações de
comentários como ameaças. O comportamento não era
evidentemente bizarro ou estranho. Passou a ter problemas
conjugais, pois estava convencido de que seu cônjuge o estava
traindo. Essa convicção era baseada em interpretações incorretas
apoiadas em evidências duvidosas. Foi descartado o transtorno
por uso de substâncias, porque não havia relato do uso de drogas
ou álcool. O provável diagnóstico é: