Salvador Muñoz Viñas amplia a discussão sobre para quem se deve preservar um bem cultural, e desloca o
foco do objeto a ser restaurado para o sujeito “para quem esses objetos significam algo, aqueles para quem
esses objetos cumprem uma função essencialmente simbólica ou documental, ou mesmo de outros tipos”.
Para Viñas, uma boa restauração passa a ser aquela que agradar à maioria das pessoas, que menos ferir a
sensibilidade das pessoas. A teoria que dá suporte a esse pensamento é a
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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