Um paciente de 72 anos, 6 meses
pós-AVE isquêmico em território da artéria cerebral
média direita, evoluiu com uma síndrome complexa de
dor regional no membro superior esquerdo, caracterizada por dor em queimação, alodínia, hiperalgesia,
edema, alterações de coloração e temperatura da pele,
e sudorese excessiva. A avaliação funcional mostra
limitação severa da ADM e uso funcional da mão. Este
quadro é compatível com a Síndrome Dolorosa Complexa Regional (SDCR) tipo I. Qual abordagem fisioterapêutica é considerada a mais eficaz por atuar na
reorganização cortical e na dessensibilização central?