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Q4222496
Psicologia
Considere o seguinte caso: a médica da Estratégia de Saúde da
Família (ESF), ansiosa e preocupada com determinada situação,
liga para a psiquiatra que faz o matriciamento na sua equipe,
mas não consegue falar imediatamente, pois a matriciadora
está ocupada. No final da tarde, a matriciadora retorna a
ligação e elas conversam sobre uma puérpera que está com
psicose, iniciada no puerpério, e que faz uso de risperidona e
periciazina, mas ainda apresenta muitos sintomas delirantes e
atitudes bizarras. A matriciadora não conhece esse caso, mas
acolhe a médica da ESF, orienta um ajuste de dose da
medicação, comenta sobre o possível significado das atitudes
da puérpera em relação a seu filho e coloca-se à disposição para
marcar uma consulta conjunta, se for necessário. A usuária
melhorou, não sendo necessária uma intervenção na urgência
psiquiátrica como a família achava, e manteve-se o seguimento
na própria unidade de saúde da família, com o apoio do
matriciamento. Nessa situação, pode-se afirmar: