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Q3080163 Medicina
O caso clínico a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.


Paciente RPT, 55 anos, hipertenso, tabagista, com quadro de tosse crônica, emagrecimento e fadiga. O paciente encontra-se estável clinicamente e sem alterações em seus exames laboratoriais iniciais. Durante a investigação diagnóstica, foi constatada tuberculose pulmonar com monorresistência à isoniazida. Posteriormente, realizou-se a pesquisa dos contatos, e seu filho, de 8 anos de idade, foi diagnosticado com infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis (ILTB). 
De acordo com as orientações do Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil, do Ministério da Saúde, o esquema terapêutico preferencial para o paciente RPT é:
Alternativas

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Tema central da questão:

Esta questão aborda tuberculose pulmonar com monorresistência à isoniazida, exigindo conhecimento detalhado do tratamento atualizado conforme as diretrizes do Ministério da Saúde para tuberculose drogarresistente.

Entendendo o cenário clínico:

O paciente tem tuberculose confirmada e seu bacilo apresenta resistência isolada à isoniazida. Neste contexto, a isoniazida deve ser substituída para evitar falha terapêutica e novas resistências, mas rifampicina, etambutol e pirazinamida permanecem eficazes.

✔️ Justificativa da alternativa correta (A):

Segundo o Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil, a conduta é:

• Fase intensiva: 2 meses com • Fase de manutenção: 7 meses com

Levofloxacino () é adicionado devido à eficácia comprovada contra o M. tuberculosis resistente apenas à isoniazida. Esta estratégia reduz o risco de insucesso terapêutico e aquisições adicionais de resistência ().

❌ Análise das alternativas incorretas:

B) Errada — Fase de manutenção reduzida para quatro meses. De acordo com o protocolo, nesta fase para garantir erradicação total do bacilo e evitar recidiva.

C) e D) Erradas — Ambas propõem incluir , um fármaco injetável reservado para quadros mais graves (MDR/XDR), desnecessário em monorresistência à isoniazida. Além disso, C erradamente mantém pirazinamida na manutenção por dez meses (não indicado), e D faz o mesmo por sete meses.

Estratégias para a prova:

Fique atento a:

  • Atenção ao tempo de tratamento: A fase de manutenção da monorresistência à isoniazida é de 7 meses.
  • Evite esquemas excessivos: Capreomicina só se indica para casos multirresistentes, não monorresistentes.
  • Pirazinamida: Deve ser retirada após a fase intensiva, salvo exceções muito específicas.

Este é o padrão recomendado tanto em quanto pelo e , reforçando segurança para sua escolha em qualquer prova.

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