Acerca da menopausa e do climatério, assinale a alternativa...
Gabarito comentado
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Gabarito: E
Fundamento decisivo: O ponto decisivo é reconhecer que climatério não é menopausa: a menopausa é definida retrospectivamente por 12 meses consecutivos de amenorreia, enquanto o climatério é a transição biológica do período reprodutivo para o não reprodutivo. Nessa transição, a deficiência estrogênica associa-se a aumento de risco cardiovascular, o que sustenta a alternativa E.
- Se a alternativa trouxer 12 meses consecutivos de amenorreia, pense em definição de menopausa, não de climatério.
- Sintomas como fogachos e irregularidade menstrual sugerem transição climatérica, mas não fecham o conceito diagnóstico de menopausa.
- Na deficiência estrogênica, lembre dois efeitos-chave: aumento de perda óssea e potencial aumento de risco cardiovascular.
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Comentários
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Durante o crimaterio as alterações hormonais principalmente a redução do estrogênio.podem aumentar o riscos cardiovasculares.
A) INCORRETA. A questão inverte os conceitos. A irregularidade menstrual e os fogachos (ondas de calor) são características marcantes do Climatério (o período de transição). A Menopausa, tecnicamente, é apenas a última menstruação confirmada após 12 meses de amenorreia.
B) INCORRETA. Atenção à "pegadinha" ética e técnica: o climatério e a menopausa são processos fisiológicos naturais do envelhecimento feminino, e não patologias (doenças). Embora possam apresentar sintomas que exijam tratamento, eles fazem parte do ciclo de vida.
C) INCORRETA. Aqui está a inversão total. Quem compreende o período de 12 meses consecutivos de ausência de menstruação é a Menopausa. O climatério é a fase de transição que começa antes da menopausa e termina após ela.
D) INCORRETA. Esta é uma questão de fisiologia pura. A queda do estrogênio aumenta drasticamente o risco de osteoporose, pois o estrogênio ajuda a fixar o cálcio nos ossos. Dizer que "diminui o risco" é um erro técnico grave.
E) CORRETA (Gabarito). Com a queda do estrogênio (que tem um efeito cardioprotetor), a mulher perde essa "blindagem" natural. Isso altera o perfil lipídico (aumenta o LDL, diminui o HDL) e a elasticidade dos vasos, o que realmente potencializa os riscos cardiovasculares (como infarto e AVC) nesta fase.
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