É gramaticalmente regular a substituição proposta para o ele...
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Tranquilo
Aí eu mesmo me pergunto se fui alfabetizado...
erro da A:
não é "das quais possa fixar-se"
o correto seria: as quais possa fixar-se
quem se fixa se fixa a algo, não de algo
Caramba, eu tive que destrinchar essa questão para entender o meu erro nela.
(Fico totalmente passivel a correção)
A — "das quais possa fixar-se"
O verbo "fixar-se" não é regido pela preposição "de", mas por "em" (fixar-se em algo).
Além disso, "ater-se" rege "a", e a substituição troca o sentido. Irregular.
(Dúvidas? Joga no Google regência do verbo "Fixar-se")
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B — "delegar nessas"
O verbo delegar é transitivo direto e indireto — No entanto, não admite a preposição "em". (Essa que me pegou)
O correto seria delegar ALGO a ALGUÉM.
- Exemplo: O diretor delegou poderes ao gerente.
(Grava aí)
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C — "mediante a qual passamos a nos agarrar"
(Essa "C" é a pior de todas)
O verbo "agarrar-se" exige a preposição "a" (agarrar-se a algo).
O verbo agarrar-se (pronominal) exige as preposições a ou em.
A regência varia de acordo com o sentido da frase:
- Agarrar-se a / em (sentido literal / apoio): Usado para indicar que alguém se segura a algo ou se apoia para não cair.
- Exemplo: Ela agarrou-se ao corrimão.
- Exemplo: Agarrou-se na corda para não cair.
- Agarrar-se a / em (sentido figurado / apego): Usado para demonstrar apego, dependência emocional ou insistência em algo.
- Exemplo: Agarrou-se às lembranças do passado.
- Exemplo: Apegou-se e agarrou-se na ideia de viajar
"Mediante" introduz ideia de meio/instrumento e não substitui adequadamente uma relação de objeto.
Exemplos do uso correto:
"Conseguiu o emprego mediante indicação."
"O acordo foi feito mediante negociação."
Sentido: "mediante" introduz ideia de instrumento — como se a coisa fosse um meio para nos agarrarmos a outra coisa. Mas o sentido original é de que nos agarramos à própria coisa, não por meio dela. (PQP)
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E — "de cujo somos vítimas"
O pronome relativo "cujo" é um possessivo relativo e nunca pode ser antecedido ou seguido de artigo ou preposição isolada.
Dizer "de cujo" fere essa regra gramatical.
Para que isso ocorra, é necessário que a regência do verbo da segunda oração exija essa preposição, por exemplo:
Ex.1: “Ele compra no pão de cuja padaria ninguém gosta”.
O verbo gostar da segunda oração rege a preposição “de”: uma pessoa gosta “de” algo ou de alguém.
Por isso, houve o emprego da preposição “de” antes de cujo.
Ex.2: Esta é a advogada em cuja competência todos acreditam.
Acreditamos em alguma coisa, logo, todos acreditam na competência da advogada.
Quanto mais estudo, percebo que preciso estudar ainda mais rsrs
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