É comum, principalmente entre aqueles que desejam ou já part...

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Q3995214 Engenharia Agronômica (Agronomia)
É comum, principalmente entre aqueles que desejam ou já participam de organizações econômicas no Brasil, ouvirem reclamações quanto às dificuldades que as cooperativas têm de crescerem economicamente quando comparadas com firmas de outros países da Europa, China ou Estados Unidos, etc. Sendo algumas vezes a existência desses obstáculos justificadas através de argumentos que apontam problemas nas INSTITUIÇÕES políticas do país, que seriam “burocráticas” e ineficazes para criar um ambiente favorável ao desenvolvimento de firmas em termos de produtividade e competitividade, tendo tais INSTITUIÇÕES características tão peculiares que passaram a ser tratadas de maneira especial de “custo Brasil”. O pensamento institucionalista na economia teve origem no final do século XIX, como herdeiro de uma tradição clássica da economia política que deu origem à escola institucionalista, tendo como grande fundador Tosten Veblen e John Commons, e com menor participação de Wesley Mitchell. Sobre o institucionalismo econômico, é correto afirmar que:
I. O pensamento econômico - desenvolvido por Tosten Veblen e John Commons - tentou demonstrar que grande parte do comportamento humano são atualizações, refinamentos, ajustamentos institucionais ou evoluções dos comportamentos relevantes das instituições instalados previamente a partir de inflexões históricas.
II. O pensamento econômico institucionalista está mais próximo do campo analítico heterodoxo do que no mainstrean neoclássico da economia, visto que seus princípios teóricos se originaram da oposição aos fundamentos de equilíbrio, otimalidade e racionalidade substantiva.
III. Para o pensamento econômico institucionalista a adversidade, a adaptação e a seleção são elementos tidos como fundamentais para a definição de estratégias das organizações econômicas, assim como para explicar as trajetórias de crescimento econômico, sendo que as mudanças provocadas pela seleção criam expectativas de confirmação incerta impossível de ser matematizada por modelos econométricos.
Das afirmativas I, II e III acima:
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