A Sra. C.A.S., 81 anos, portadora de osteoporose, sofre...
A Sra. C.A.S., 81 anos, portadora de osteoporose, sofre queda da própria altura, evoluindo com dor, edema e incapacidade funcional no cotovelo esquerdo. Radiografia evidencia fratura cominutiva do úmero distal, sem lesões neuro vasculares. A paciente é autônoma para autocuidados, embora apresente baixa demanda funcional. No contexto do SUS, discute-se entre redução aberta com fixação interna e artroplastia total do cotovelo. Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Segundo o Consenso da SBOT (2019), qual a conduta mais adequada?
Gabarito comentado
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Gabarito: B
Fundamento decisivo: O enunciado cobra explicitamente o Consenso SBOT 2019 para uma idosa osteoporótica com fratura cominutiva do úmero distal, cenário em que o consenso considera ORIF e artroplastia total do cotovelo técnicas efetivas, sem superioridade clínica global conclusiva, mas com pequena vantagem de custo-efetividade para a artroplastia total do cotovelo; por isso, o gabarito é B.
- Se o enunciado citar explicitamente consenso ou diretriz, a resposta deve seguir a formulação desse documento, não preferência técnica geral.
- Em fratura distal do úmero no idoso, diferencie superioridade clínica de vantagem em custo-efetividade: a base não autoriza tratar isso como a mesma coisa.
- Desconfie de alternativas com termos absolutos como "sempre", "sistematicamente" ou "para todos" quando a diretriz descreve decisão individualizada.
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