Ser surdo é uma questão de vida. Não se trata de uma
deficiência, mas de uma experiência visual que significa a
utilização da visão, (em substituição total a audição), como
meio de comunicação. Desta experiência visual, surge a
cultura surda representada pela língua de sinais, pelo modo
diferente de ser, de expressar, de conhecer o mundo, de entrar
nas artes, no conhecimento científico e acadêmico.
PERLIN, G; MIRANDA, W. Surdos: o narrar e a política. Ponto de Vista,
Florianópolis, n.05, p. 217-226, 2003, p. 218.
Ainda de acordo com o texto de Perlin e Miranda (2003), da
experiência visual decorre