A atonalidade, segundo Roy Bennett em Uma Breve História da Música. Cadernos de Música da
Universidade de Cambridge (Jorge Zahar, 1986) tornou-se a própria essência do estilo dos
compositores expressionistas. Uma vez que se dá igual importância a todas as notas, deixa de haver
qualquer força de atração convergindo para um centro tônico. A tonalidade foi a consequência lógica
de uma tendência iniciada no período romântico. Certos compositores (Wagner em particular)já
haviam usado livremente acordes dissonantes cromáticos - introduzindo notas estranhas à tonalidade
para "colorir” suas harmonias. Com o decorrer dos anos, tantos foram os cromatismos introduzidos, ao
lado de ousadas e repentinas modulações, que em certos momentos o ouvinte já não tinha certeza da
tonalidade em que a música fora construída. Gradualmente, a tonalidade - o sistema tonal maior-menor
que por 300 anos dominou a música ocidental -enfraqueceu, e começou a ruir por terra. Algumas
técnicas adotadas por Debussy - principalmente o uso de acordes dissonantes em movimento paralelo
c da escala de tom inteiro - contribuíram muito para esse enfraquecimento.
A respeito do conceito de Atonalidade, de acordo com o autor, é correto afirmar que:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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